31 de ago. de 2009
O ciberespaço. Uma alucinação consensual, vivida quotidianamente por dezenas de milhares de operadores em todos os países... Uma representação gráfica de dados extraídos das memórias de todos os computadores do sistema humano. Uma complexidade impensável. Traços de luz dispostos no não-espaço do espírito...(LÉVY, 1999)
[...] A invenção técnica revela-se como ruído desordenado de bricolagens, reutilizações, estabilizações precárias de disposições operatórias. Entre todas estas aglomerações de dispositivos heteróclitos e de idéias díspares, algumas, muitas vezes por razões contingentes, serão utilizadas pelo maior número e estabelecer-se-ão duradouramente. (LÉVY, 1999)
[...] A invenção técnica revela-se como ruído desordenado de bricolagens, reutilizações, estabilizações precárias de disposições operatórias. Entre todas estas aglomerações de dispositivos heteróclitos e de idéias díspares, algumas, muitas vezes por razões contingentes, serão utilizadas pelo maior número e estabelecer-se-ão duradouramente. (LÉVY, 1999)
29 de ago. de 2009
Descobrimos que a realidade é uma criação compartilhada. Estamos todos pensando na mesma rede. (LEMOS, 2002, p.13)
As novas tecnologias não só estão presentes em todas as atividades práticas contemporâneas (da medicina à economia), como também tornam-se vetores de experiências estéticas, tanto no sentido de arte, do belo, como no sentido de comunhão, de emoções compartilhadas. Embora esse fenômeno não seja novo, ele parece radicalizar-se nesse fim de século. Trata-se de uma sociedade que aproxima a técnica (o saber fazer) do prazer estético e comunitário. (LEMOS, 2002, p.17)
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LEMOS, André. Cibercultura, tecnologia e vida social na cultura contemporânea. Porto Alegre: Sulina, 2002.
As novas tecnologias não só estão presentes em todas as atividades práticas contemporâneas (da medicina à economia), como também tornam-se vetores de experiências estéticas, tanto no sentido de arte, do belo, como no sentido de comunhão, de emoções compartilhadas. Embora esse fenômeno não seja novo, ele parece radicalizar-se nesse fim de século. Trata-se de uma sociedade que aproxima a técnica (o saber fazer) do prazer estético e comunitário. (LEMOS, 2002, p.17)
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LEMOS, André. Cibercultura, tecnologia e vida social na cultura contemporânea. Porto Alegre: Sulina, 2002.
número não é nomeno
Reformulando a idéia do Bruno!!!!
Aliás, acrescentando outro elemento: tinta no chão(vermelha. da cor dos dígitos)
Espalhar em alguns cantos da grande balança tinta tempera (pastosa). Os participantes só poderão entrar no trabalho descalços.
Aliás, acrescentando outro elemento: tinta no chão(vermelha. da cor dos dígitos)
Espalhar em alguns cantos da grande balança tinta tempera (pastosa). Os participantes só poderão entrar no trabalho descalços.
27 de ago. de 2009
instalacaoe
Processo de monte de madeira queimando em cima da balança, registrando-se os pesos à medida que a matéria vai queimando-se e perdendo massa.
26 de ago. de 2009
Definhante
O display de uma balnça mostra o decréscimo de peso de uma pessoa que permanece em cima dela durante dias sem comer.
Video
Esse vídeo é o filho único de uma idéia pra uma vídeo-instalação que tive um tempo atrás.
http://www.youtube.com/watch?v=X4aD0UzJnVc
http://www.youtube.com/watch?v=X4aD0UzJnVc
Objeto digital
O interesse pelo objeto digital nem sempre vem do salto tecnológico, apoiado por um ferramental de captura, tratamento e saída, mas pelo objeto em si que acaba se tornando alheio ao próprio fim. A cada delírio individual de ruídos, luzes e cores o objeto se fetichiza mais, o que é bem próprio para o campo do design - criando objetos mais cintilantes para o mercado e tecnologias, antagonicamente, individualizantes.
Acredito que esta reflexão seja adequada para a lista de objetos digitais descrita por nós, o que me lembrou de um conto de Franz Kafka chamado Na Colônia Penal. Neste conto Kafka descreve uma horrível máquina de tortura que marca nos presos a sua falta cometida. O caso que o drama desta dor não é hora nenhuma citada, apenas a descrição técnica recitada com absoluta paixão pelo oficial. O fascínio pela máquina!
Até que ponto um celular se torna este objeto e se desvirtua da função primária de ferramenta de comunicação? Por outro lado, até que ponto a técnica desvirtua o homem do convívio mais banal em sociedade? Os apontamentos destas perguntas caí na, já canônica, dupla de solidão e individualidade extrema da contemporaneidade.
Meu interesse é neste processo, que, de certa forma, está mais próxima do campo das artes - afinal a arte é, também, uma acumulação de signos. E no eco que o “fascínio pela máquina” me provoca.
Vale a pena uma leitura no poema de Álvares de Campos: Ode Triunfal.
Enfim, é apenas uma sugestão de linha de pensamento para uma instalação.
Acredito que esta reflexão seja adequada para a lista de objetos digitais descrita por nós, o que me lembrou de um conto de Franz Kafka chamado Na Colônia Penal. Neste conto Kafka descreve uma horrível máquina de tortura que marca nos presos a sua falta cometida. O caso que o drama desta dor não é hora nenhuma citada, apenas a descrição técnica recitada com absoluta paixão pelo oficial. O fascínio pela máquina!
Até que ponto um celular se torna este objeto e se desvirtua da função primária de ferramenta de comunicação? Por outro lado, até que ponto a técnica desvirtua o homem do convívio mais banal em sociedade? Os apontamentos destas perguntas caí na, já canônica, dupla de solidão e individualidade extrema da contemporaneidade.
Meu interesse é neste processo, que, de certa forma, está mais próxima do campo das artes - afinal a arte é, também, uma acumulação de signos. E no eco que o “fascínio pela máquina” me provoca.
Vale a pena uma leitura no poema de Álvares de Campos: Ode Triunfal.
Enfim, é apenas uma sugestão de linha de pensamento para uma instalação.
acordar com celular;
checar o horário no microondas;
olhar email;
checar o horário no relógio do carro;
fazer uma ligação no celular;
mandar mensagem no celular;
assistir vídeo (projetor);
escutar música em player;
utilizar cartão de crédito;
checar o número do ônibus em leitor digital;
mais ligações, relógios e emails;
editar imagens no computador;
mais emails.
checar o horário no microondas;
olhar email;
checar o horário no relógio do carro;
fazer uma ligação no celular;
mandar mensagem no celular;
assistir vídeo (projetor);
escutar música em player;
utilizar cartão de crédito;
checar o número do ônibus em leitor digital;
mais ligações, relógios e emails;
editar imagens no computador;
mais emails.
25 de ago. de 2009
par constante
encontrar pessoas e objetos cujo peso, somado, seja equivalente ao peso de outra pessoa.
exemplo: 2 pessoas se pesam; em seguida as duas buscam objetos cujo peso, somados ao peso da pessoa mais leve, igualem-se ao peso da mais pesada.
peso de Alice + 1 garrafa de vodka até a metade + 4 livros+ 1 pacote de arroz= o peso de Luis
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